Muitas pessoas se sentem insatisfeitas com tudo o que acontecem na vida delas – temperatura, viagem, curso, festa, roupa, maquiagem, etc; parecem que nunca estão satisfeitas com a realidade. Sempre desejam o oposto do que estão presenciando. Essa insatisfação, muitas vezes, não tem a ver com o fato em si, mas com uma insatisfação despertada na sua infância. Algo aconteceu desde pequeno ou no ventre de sua mãe criando um padrão sentimental e comportamental de carência, falta, escassez, insuficiência… hoje, como adultos, não se lembram do acontecimento em específico, até porque isso provavelmente não foi originado nesta vida, e sim em vidas passadas. Comumente sentem a sensação de que falta algo, há um vazio no peito, sem conseguir definir exatamente o que é que estão buscando. Ilusoriamente acreditam que necessitam adquirir o último celular lançado, casas na praia, carros luxuosos, comidas calóricas, tragar cigarros, ou qualquer outra fonte externa que lhes trazem prazer, alegria e satisfação. Tornam-se viciados em coisas ou pessoas, gastam dinheiro e nunca irão se satisfazer plenamente e eternamente, porque estão focando apenas nos sintomas, nas consequências. Qual é a causa? A falta de reconexão com o seu Eu interior. Se esqueceram de enxergar o seu mundo interior, curar as emoções negativas e acreditar que possui o poder de atrair e criar tudo o que deseja. Em geral, a insatisfação, a ingratidão, a não aceitação dos fatos se cura com a busca interior através do autoconhecimento que ajudará a pessoa a voltar a se realinhar com a sua alma e descobrir qual é o seu papel nesta vida. A dica é mudar o seu mindset para um padrão de contentamento, valorização e lembrança de situações, coisas e pessoas que trouxeram momento positivos e agradáveis em sua vida. Ser mais grato, dar valor às coisas conquistadas, às experiências únicas vividas são a chave para ter uma mente mais positiva e se manter em alta vibração.

Paula Teshima