O nosso cérebro interpreta e vivencia tudo aquilo que está na nossa frente. Não importa se realmente estamos vivendo na pele tal situação, se estamos deitados sonhando acordado, ou se estamos vendo uma cena de um filme ou série na televisão. Para ele tudo é real. Tudo está acontecendo agora e nosso corpo libera todos os hormônios correspondentes à situação.

Então, se você está assistindo a uma cena de um sequestro, por exemplo, e você sente todo o medo, preocupação, nervosismo… que o personagem está passando, seu corpo secreta adrenalina, cortisol e noradrenalina… Já não basta isso acontecer de verdade, sem querer, nas situações de estresse do seu cotidiano e irás induzir, aumentar a frequência, sempre que for assistir filmes ou noticiários desse tipo! Isso não é um momento de diversão, e sim uma espécie de suicídio consciente. É pedir para encurtar a expectativa de vida. A longo prazo, isso irá reduzir o calibre dos vasos sanguíneos, potencializar o risco de hipertensão e arritmias cardíacas.

Não estou dizendo que não pode assistir televisão, mas é preciso ser muito seletivo e filtrar tudo o que assiste. Se você começa a se sentir mal com determinadas cenas, interrompa na hora e vá buscar por algo que eleve sua vibração. O problema é que muitas pessoas já estão viciadas na dor, no sofrimento, no medo… e acham, equivocadamente, que está tudo bem e ainda sentem prazer com isso. Elas buscam por isso inconscientemente. E quando é um filme leve, de paz, de tranquilidade, zen… não as interessa, não as atraem. Ou seja, estão com seus valores totalmente deturpados e contrários as leis naturais.

Paula Teshima